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TEMAS
» Balaio, balaio, balaio... Me segura se não eu caio!!!
Ano: 2012 |
» VOVÔ E O PONTEIO DO CERRADO ENCANTADO
Ano: 2011 |
» Na Pisada da Batida da Paixão, na Perfeita Alegria do Coração, Chapéu do Vovô é Muita Emoção!
Ano: 2010 |
» Do Balaiá Ao Arraiá. Sem Véu, Mas Com Chapéu. É Assim Que Tô, Nos 25 Anos Do Vovô!!!
Ano: 2009 Release:
"DO BALAIÁ AO ARRAIÁ" – Balaiá de Gata com Rato foi uns dos primeiros nomes do grupo no início de sua trajetória. Este nome marcou a identidade do grupo na comunidade, período em que era realizados e montado na pracinha um grande Arraial durante três anos consecutivos.
Em 1994 o grupo muda de Balaiá de Gata com Rato Traveis para Arraiá Chapéu do Vovô.
"SEM VÉU, MAS COM CHAPÉU" – Com um estilo próprio às vezes elogiado e outras criticadas, foi assim que o Arraiá Chapéu do Vovô escreve sua historia no cenário junino. Sem véu no rosto, sem mascaras, de cara limpa o grupo mostra sua face, encantando, agradando, mas também sendo alvo de polemicas. Noiva sem véu grinalda, mas de chapéu na cabeça, cavalheiros coreografando os chapéus nas mãos, musicas marcadas pelas coreografias em ritmo e tempo, teatro e balaio cheio de novidades, foi assim que o Arraiá Chapéu do Vovô foi conquistando seu espaço.
"É ASSIM QUE TÔ NOS 25 ANOS DO VOVÔ" – E agora já comemorando as bodas de prata como vem o Arraiá Chapéu do Vovô? Com que estilo? Com qual figurino? Com qual ritmo? Qual será a cara, a face do grupo nesta data comemorativa de muita festa? |
» Rosa, Danças, Travessia, Jagunços, Caboclinhas e Alegria, Guerra, Amor e Paixão nas Veredas de um Grande Sertão
Ano: 2008 |
» A fé que leva o romeiro é a mesma que move o quadrilheiro
Ano: 2007 Release:
Com o tema: "A Fé que leva o Romeiro é a mesma que move o Quadrilheiro" o Arraiá Chapéu do Vovô trará uma apresentação que busca mostrar a "procissão" dos quadrilheiros aos santos juninos. Procura mostrar a importância da fé na vida do romeiro e do quadrilheiro utilizando características e elementos comuns a esses dois grandes símbolos da cultura brasileira.
Com tema de 2007 a quadrilha conta a história de quatro personagens:
Rosário: homem simples do campo que faz a romaria até Trindade
Mariazinha: moça do campo que simboliza a Rainha do Milho e faz par com Rosário
Fubá: o Noivo de Maria da Glória, conhecido pela sua covardia e amor pela noiva.
Maria da Glória: Moça linda e namoradeira noiva de Fubá.
Os trajes mostram de um lado a simplicidade do homem do campo representado com os cavalheiros e do outro a alegria da quadrilha no colorido dos vestidos das damas.
A entrada da quadrilha traz um teatro mostrando a admiração e gratidão do homem do campo a natureza em um dialogo em volta de um pé de milho onde Rosário e Fubá decidem caminhar até Trindade, cidade do interior de Goiás onde ocorre uma das maiores romarias do Brasil em devoção ao Divino Pai Eterno para agradecer a fartura na colheita e realizar o casamento de Fubá e Maria Glória.
Antes da dança do passo das fitas São João, Santo Antônio, São Pedro, São José, Virgem Maria e a Santíssima Trindade são referenciados por seus devotos como possíveis responsáveis pela perfeição da natureza. Percebendo a situação Rosário sugere Mariazinha como Rainha do Milho e decide começar a quadrilha em louvor a fartura no campo e iniciar a romaria até Trindade.
A fé do camponês o faz esperar a “Chuva de São José” em março para plantar o milho e esperar colheita farta na véspera do dia de São João em junho e assim também o quadrilheiro se anima nos ensaios que esquentam em março para fazer bonito no mês junino. Deste modo romeiros e quadrilheiros do Arraiá Chapéu do Vovô mostram uma seqüência de músicas e coreografias tradicionais das quadrilhas.
Em Goiás o homem do campo espera o dia de São José para já planejar sua romaria até Trindade. Ele planta com fé o milho e no fim de junho após a colheita segue em direção a cidade Santa onde celebra a Festa do Divino Pai Eterno.
Para o Arraiá Chapéu do Vovô o camponês trilha uma jornada até a quadrilha do mês de junho dançada quando a colheita é farta e fecha com a música Forró no Céu o sentimento de alegria e gratidão sentido pelo homem do campo que percebe as Bênçãos do Senhor na lavoura.
Rosário e Mariazinha chegam a Trindade e o Carro de Boi transformasse em altar para simbolizar a fé do romeiro.
Maria da Glória se confessa e se arrepende dos seus pecados, reconhecendo ser Fubá o grande amor da sua vida. Eles decidem se casar em Aparecida São Paulo, outro importante local de romaria.
Maria da Glória recebe o perdão e se redime mostrando a importância do amor e do perdão, confirmando que essas são lições sempre valorizadas pelos quadrilheiros e romeiros.
E assim acontece o grande casamento fechando a quadrilha e com muita festa e animação. |
» Levanta o Arraiá, acende o Candeeiro, balança o Chapéu, com sorriso verdadeiro, eu sou do Vovô, eu sou Quadrilheiro!
Ano: 2006 Release:
O Arraiá Chapéu do Vovô, em 2006 traz o tema:“Levanta o Arraiá acende o Candeeiro, balança o Chapéu, com sorriso verdadeiro, eu sou do Vovô, eu sou Quadrilheiro!”.
Este tema é uma homenagem aos quadrilheiros, onde a quadrilha Arraiá Chapéu do Vovô propõe-se a mostrar a relação da imagem do “quadrilheiro” com a cultura goiana e com estilo do próprio grupo.
O enredo da apresentação gira em torno do processo de sedução e galanteio entre o casal de noivos, alternando músicas que remetem ao namoro e a alegria das festas juninas culminando com casamento ao final. Tudo com várias coreografias bem marcadas e relacionadas com passos tradicionais de quadrilha junina, envolvidas em um clima contagiante proporcionado pela presença dos candeeiros acessos nos quatro cantos do arraial.
De inicio, a quadrilha faz uma encenação mostrando o surgimento do noivado e apresentando o casal de noivos, Marina e Zé Matuto. Logo, numa “explosão” visual surge todo grupo dançando com harmonia para formar a letra “V”, inicial de Vovô, valorizando os chapeis dos cavaleiros, num balançado sincronizado e o colorido dos vestidos das damas, todo enfeitado com imagens de bandeirolas e espigas de milho.
Em seguida acontece a entrada dos personagens que simbolicamente resumem o tema:
“Vovô e Karolina”, eternos personagens do Arraiá Chapéu do Vovô, em referencia ao patrono do grupo, João Evangelista, avô do marcador e a Karolina, nome citado em canções de Luiz Gonzaga que representa bem traços da identidade do grupo, sempre forte e original.
“O Casal de Quadrilheiros”, com traje bem colorido, mostrando o xadrez, um dos símbolos das quadrilhas e o vestido com remendos de imagens de figuras características das festas juninas como fogueira, balão e sanfonas.
“Mariazinha e o Boiadeiro”, mesclando outro eterno personagem do Arraiá Chapéu do Vovô, no caso Mariazinha, que para o grupo representa a pureza da moça da roça, dançando com alegria nos arraiais, e neste ano torna-se a Rainha do Milho, em comemoração ao sucesso da colheita, e o Boiadeiro, um dos símbolos da cultura goiana, que para o Arraiá Chapéu do Vovô torna-se quadrilheiro no mês de junho.
“O Casal de Noivos”, elemento indispensável da quadrilha junina muito bem utilizado pelo Arraiá Chapéu do Vovô nos personagens Marina e Zé Matuto.
“Padre Gerimum”, outro personagem indispensável da quadrilha junina, que acompanha o namoro e realiza o casamento dos noivos.
Na seqüência, iniciam-se canções que remetem ao nordeste brasileiro. A música da Banda de Pífanos de Caruaru faz referencia a cultura nordestina, tão ligada à tradição junina e presente no imaginário popular como região de quadrilheiros, sem falar da fama de Caruaru: de capital brasileira da quadrilha junina. A canção ainda serve de ponte para o noivo aproximar-se da noiva Marina.
Ainda viajando pelo universo nordestino, a evolução do passo une-se com a beleza e harmonia das damas para, ao som de Zé Ramalho, artista com inclinação a falar das lendas do sertão nordestino, fazer referencia a produção agrícola, buscando através do “xaxado” dos cavalheiros, simulando o trabalho no campo, e o giro dos casais de mãos dadas, simulando os engenhos de cana, “discutir o cangaço com a liberdade” de observar que estes elementos, alem da viola, são comuns, também na cultura sertaneja e caipira do planalto central.
Já com o pé no cangaço, aparece o som do grande Luiz Gonzaga, que nos conduz para o sertão, onde, uma atmosfera saudosista surge com a canção que fala do uirapuru, o “seresteiro cantador do sertão”, que leva o público de mais idade à lembrança da infância, na época em que ouviam a mesma música e, possivelmente quando foram quadrilheiros na escola ou igreja que participavam.
Numa mudança de ritmo o grupo mostra evoluções tradicionais de quadrilha junina, e evidencia uma forte característica da dança em Goiás, que dispensa o uso da figura do marcador com microfone e gritos constantes para marcar a quadrilha, e utiliza gestos e principalmente a própria música e as mudanças das mesmas para alternar entre coreografias, mostrando que o sucesso nas execuções qualifica o marcador que realizou bem seu trabalho nos ensaios.
Logo após o personagem Boiadeiro, que também é um elemento comum entre a cultura goiana e do cangaço, que apresenta o vaqueiro com características parecidas, entra em ação para nos trazer a sua mensagem. A canção utilizada nesta coreografia é uma critica a situação política atual e uma referência a sabedoria popular, que se manifesta nos conselhos e opiniões do homem do campo, sempre com sua ótica pura e objetiva. Assim o Arraiá Chapéu do Vovô utiliza a atitude do personagem Boiadeiro para sugerir uma identidade mais compromissada com as questões sociais por parte dos quadrilheiros, já que a quadrilha é uma manifestação cultural e folclórica que serve como instrumento de inclusão social.
Mais uma vez, a beleza e harmonia das damas aparecem em uma evolução estilizada de coreografias típicas da quadrilha junina tradicional.
Entram em cena Mariazinha e Boiadeiro, mostrando a beleza do traje da Rainha do Milho, com as cores verde e amarelo e recortes de espigas de milho para representar a fartura no campo, bem comemorado nos arraiais, onde acontece o namoro entre os personagens, mostrando o poder de Santo Antônio, sempre intercedendo pelo matrimônio entre quadrilheiros.
Após isto, tem inicio a música tema do Arraiá Chapéu do Vovô em 2006 e a comemoração do sucesso na colheita continua no passo das fitas, simulando um grande arraial onde todos celebram a fartura do milho, presente nas festas juninas e apreciado pelo homem do campo e pelos quadrilheiros.
A quadrilha Chapéu do Vovô faz uma homenagem à cidade de Rio Verde, e levanta uma “Igrejinha da Serra” no meio do arraial, em referência a histórica igreja que existe na zona rural da cidade, sem deixar, é claro de exaltar o “Arraial das Abóboras”, que é a maior festa junina do Centro-Oeste brasileiro e em 2006 apresenta o 2º Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas realizado pela Confebraq/Fequaju-Go. O Arraiá Chapéu do Vovô procura, desta forma retribuir a satisfação de ser representante da cidade no Concurso Nacional.
Com a igreja de pé, é hora do casamento, a devoção do grupo aos santos juninos se apresenta nas imagens de Santo Antônio, São João e São Pedro no topo da igrejinha, mostrando que, embora Goiás tenha tradição nas festas religiosas, são os três santos juninos que devem ser celebrados nos arraiais.
E na noite de São João, ao luar do sertão a noiva Marina e seu noivo Zé Matuto recebem a benção do Padre Gerimum, em um casamento com toda originalidade herdada de João Evangelista, patrono do grupo lembrado na palavra “Vovô” formada pelas fitas seguradas pelos personagens.
Por falar em Vovô, novamente surge o som de Luiz Gonzaga, que assim como para João Evangelista, é o rei da quadrilha, para muitos quadrilheiros de todo Brasil, também é referência nesta manifestação tão popular.
E assim, com a matula nas costas e apresentando a “Igrejinha da Serra” para todo público rio-verdense, os quadrilheiros do Arraiá Chapéu do Vovô saem andando pelo país, guardando as recordações pelas terras que passam, terminando a apresentação acreditando ter conseguido transmitir alegria e ter mostrado um pouco da vida de quadrilheiro. |
» No terreiro da fazenda, no lume da fogueira, Chapéu do Vovô é quadrilha brasileira
Ano: 2005 Release:
O Arraiá Chapéu do Vovô faz uma homenagem a uma das mais populares manifestações culturais e folclóricas do Brasil: A Quadrilha Junina
ENTRADA
Com a alegria de um grupo que entra dizendo a todos que o mês de junho chegou e com ele a quadrilha, por isso e hora de dançar com garra, amor e paixão, porque quando o mês de junho chegar eu quero é quadrilhar.
ABC
Esta e uma das coreografias mais tradicionais do Chapéu do Vovô, pois ela representa que o grupo está em cena pronto pra mostrar seu enredo, nela o grupo cumprimenta a platéia, depois se divide em quatro rodas apresentando na primeira os personagens do tema. “ARREUNA” o povo no terreiro da fazenda e hora de dançar.
MEXICANO
Esta coreografia é a apresentação das damas. O figurino delas e o próprio tema, pois nos vestido vem a fogueira, o milho, bandeirolas e balões.
SERROTE, CARACOL E VIÚVO
Três coreografias tradicionais da quadrilha brasileira. Foram a partir delas que muitas outras surgiram.
ALDEIA
Foi nas aldeias e nos arraiais que esta dança se tornou brasileira.
UNIÃO DAS CULTURAS
A cultura francesa se uniu com a brasileira e assim nasce a quadrilha.
UIRAPURU
O canto do pássaro seresteiro do sertão é lembrado e cantado, pois no terreiro da fazenda o sertanejo é que faz a festa.
OS NOIVOS
A noiva canta que “tá doidinha pra casar”, o noivo fica feliz e a partir deste momento começa a preparação para o casório no arraiá.
LOROTA BOA
Nada melhor numa festa junina do que uma boa lorota. Cantar, dançar, sorrir e animar tudo com uma boa dose de Gonzação.
X
Em cada perna desta letra tem um grupo de dançarinos e sobre eles o tema: “No Terreiro da Fazenda no Lume da Fogueira Chapéu do Vovô é Quadrilha Brasileira”
MARIAZINHA
A Mariazinha do Vovô é a verdadeira caipirinha do arraiá, com muita alegria ela dança e canta com o Goianinho a beleza desta dança.
NA EMENDA
Vamos emendar... É só não deixar arrebentar. Esta e a emenda do Chapéu do Vovô. Emenda um ritmo ali, uma música aqui e assim nasce a quadrilha.
DE CHAPÉU NA MÃO
Este ano vamos de chapéu na mão lembrando os tempos outrora em que o Arraiá Chapéu do Vovô dançava balançando o chapéu, quase uma novidade na época em Goiânia. Depois o grupo passou a dançar com chapéu na cabeça. Mas neste ano vamos de Chapéu na mão pra abanar a fogueira na noite de São João.
O CASAMENTO
A Capelinha de Melão é armada e nela o casamento acontece, com as bênçãos de São João, São Pedro e Santo Antonio.
SAÍDA Assim a gente vai embora ao som da canção que fala: “será que estaremos assim quando o dia clarear”, com este calor do lume da fogueira, com esta alegria do terreiro da fazenda o ARRAIÁ CHAPEU DO VOVÔ vai pra GOIANIA levando na bagagem a QUADRILHA BRASILEIRA. |
» Sertão, Cerrado e Luar - 20 Anos de Arraiá
Ano: 2004 Release:
Como o tema já diz, o grupo faz uma homenagem aos seus 20 anos de quadrilha |
» Baile perfumado no coração do Cerrado, foi em Goiás que Lampião encontrou a paz
Ano: 2003 Release:
O Arraiá Chapéu do Vovô conta a estória do rapaz sertanejo goiano que apaixona-se por Rosinha, uma moça pernambucana, afilhada do maior cangaceiro da História de Lampião |
» Arraiá do Sertão, Chapéu do Cerrado, Vovô e Karolina num Salão Rebocado!
Ano: 2002 Release:
O tema do Arraiá Chapéu do Vovô em 2002 é uma homenagem a João Evangelista, o patrono do grupo. |
» Oxente que legal, o Vovô vem com Cabral
Ano: 2000 Release:
O grupo de quadrilha Arraiá Chapéu do Vovô, no ano de 2000, realiza um trabalho sobre os 500 anos do Descobrimento do Brasil. |
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